segunda-feira, 5 de março de 2012

O PERIGO DE QUERER BARGANHAR COM DEUS




O assunto respeito a algumas distorções promovidas por falsos mestres no que diz respeito ao buscar as bênçãos de Deus e o seu poder. A Teologia da Prosperidade está fundamentada na relação de causa e efeito, isto é, na possibilidade do ser humano barganhar com Deus. Neste texto destacaremos essa impossibilidade, tendo em vista a graça de Deus, que desconstrói essa relação de troca. No início, mostraremos que a Bíblia, como Palavra de Deus, condena a barganha com Deus, em seguida, que esse tipo de ensinamento é perigoso por desconsiderar o favor imerecido de Deus.

O Jesus pregado pelos Teólogos da Prosperidade nada tem a ver com Aquele revelado nas Escrituras. Mais que isso, conforme revela Paulo aos coríntios, se trata de outro espírito e de outro evangelho (II Co. 11.1-4). A doutrina da barganha defendida por tais pregoeiros é perigosa porque põe em questão a manifestação escandalosa da graça de Deus através da cruz de Cristo (I Co. 2.14; 3.19). O relacionamento do crente com Deus, e com o próximo, se fundamenta não na misericórdia e na graça, mas na troca de favores, que nada tem a ver com o genuíno evangelho (I Co. 13). Abaixo um trecho do livro "Sem Barganhas com Deus":

"Hoje as pessoas se convertem à “igreja”, não a Cristo! É por esta razão que os conteúdos do Evangelho da Graça estão tão adulterados entre nós. E pior, não enxergamos nada disso, pois, à semelhança deles — os judeus, os fariseus, os cristãos judaizantes —, nossos sentidos também estão “embotados”.

A Graça é hoje a mais escandalosa de todas as mensagens cristãs! E é por esta razão que não se pode nem mesmo usar mais as “nomenclaturas” do Cristianismo a fim de definir o conteúdo das palavras do Evangelho, pois, quase todos os termos se revestiram de outras conotações e de outros conteúdos.

A terminologia já não serve mais, pois, seus conteúdos foram adulterados por um “outro evangelho”, que usa os termos de sempre, mas nega, na prática, seus conteúdos inegociáveis e eternos! Por exemplo, para Paulo, “lutar juntos pela fé evangélica” significava não fazer concessões que adulterassem os conteúdos do Evangelho da Graça de Deus!

Hoje, todavia, isto significa nos unirmos contra os que não nos aceitam como os “representantes” de Cristo na Terra!

Ora, neste sentido — com as conotações que a palavra “evangélico” carrega entre nós —, Paulo já não a usaria, pois, nossa prática relacional nega aquilo que ele entendia como evangelho; e nossos conteúdos falsificam ainda mais o significado original da mensagem à qual ele fazia referência.

Pior do que isto, entretanto, é saber que Paulo, por exemplo, não nos reconheceria como cristãos, mas como pagãos não convertidos ao Evangelho da Graça de Deus!

Por muito menos ele escreveu aos Gálatas e aos Coríntios temendo haver corrido em vão!

Mas, e se ele estivesse presente num ano eleitoral no Brasil? Se visse e soubesse de todas as negociações de almas-votos que são feitas em Nome de Jesus? Se visse “cristãos” curvados aos ídolos visíveis e invisíveis, cultuando imagens — que vão das de barro e gesso à imagem como reputação ou, marketeiramente, apenas como “imagem”? E se assistisse pela televisão à venda de todos os significados cristãos na forma de crença em objetos de energia espiritual pagã? E se visitasse uma “igreja” e visse as filas de pessoas para andarem sobre sal grosso, ou para mergulharem em águas tonificadas do Jordão e a passarem pela Cruz de Jesus — que nesse caso é iluminada com neon e não passa de um tapume religioso extremamente brega — a fim de ganharem um carro zero, como pagamento pela sua crença? E se ele soubesse agora que a fé é um sacrifício que se expressa como dízimos, como troca de bênçãos por dinheiro, de cura pelo sacrifício de longas novenas e correntes, que só não são “quebradas” se a pessoa não deixar de largar sempre algum dinheiro no altar-bolso dos pastores?

O que enojaria a Paulo, todavia, seria ver pastores oferecendo o “sangue do Cordeiro” - e que é um suco de uva — e, segundo o anúncio, a pessoa deve ir ao templo e levar para casa o “sangue do Cordeiro” a fim de ungir a casa de trás para frente e da frente para trás. Desse modo, estão voltando para muito menos que as materialidades da imolação do sangue de um cordeiro — ordenada por Deus no Êxodo — indo para um poderoso suco de uva. E o suco de uva, que é menos que o sangue de um cordeiro na simbolização do Êxodo — período usado pela seita para amparar biblicamente a sua campanha de dinheiro —, é apresentado como “o Sangue do Cordeiro”, que não é mais o que Jesus fez na Cruz e é apropriado pela fé na Palavra, mas passou a ser um fetiche, uma pedra de toque, uma imantação animista da uva, uma regressão ao paganismo mais primitivo, uma mágica de bruxos, uma blasfêmia, um estelionato satânico de uma verdade com a qual não se brinca impunemente: “Quem comer a minha carne e beber o meu sangue, tem a vida eterna...As palavras que vos tenho dito são espírito e são vida”— conforme o Cordeiro.

Fazer o que estão fazendo da santidade do sangue do Cordeiro, tornando-o num amuleto de infusão animista e de interesse cambista, e que se materializa num suco de uva que carrega em si o poder de benzer uma casa e protegê-la de todo mal, é insuportável, enojante, blasfemo e é Anátema!

Paulo vomitaria! E Jesus?

O escritor de Hebreus diria que estão brincando com fogo ardente e consumidor e crucificando o Filho de Deus não apenas uma segunda vez, mas todos os dias — fazendo Dele um produto de barganha, mágica e fetichismo, e que leva as pessoas não a Jesus, mas sim à “sessão”, pois, também segundo os mesmos “pastores”, Deus só fala no lugar onde eles, os pastores, estão com a sacola na mão!

Pelo amor de Deus! Leia toda a epístola aos Hebreus, de ponta a ponta, de uma única vez, e, honestamente, responda se o que acabo de dizer acima é muito menos do que a epístola fala! Aqui devo dizer que o que vejo em volta é exatamente o que está dito em Hebreus 6: 1-8. Aquela é a advertência!

E eles precisam que Deus se confine em seus templos, se imante nos seus sucos de uva — e outros produtos mágicos — e se deixe comprar pelo dinheiro depositado como sacrifício aos pés desses lobos que oferecem Jesus como “poder” que se leva para casa em “pacote”; Cristo como “produto simbólico” que pode ser o Pai das luzes, não conforme Tiago, mas conforme Alam Kardec; o Sangue do Cordeiro como suco de uva bom para “proteger a casa”; sim, assim fazendo do que foi feito por Jesus, de Graça, de uma vez e para sempre, algo a ser vendido pelos camelôs do engano e do estelionato!

Se Paulo nos visitasse que epístola nos escreveria? Será que não nos trataria como o fez com as “sinagogas” durante a sua vida?"

“Atenta para as obras de Deus, pois quem poderá endireitar o que ele torceu?” (Eclesiastes 7.13)

Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor. (I Coríntios 13.13)

Que o amor de Deus, a graça e paz de Jesus Cristo e a comunhão do Espírito Santo esteja contigo e com todos os que você ama no dia de hoje e para todo o sempre. Amém!!!(N.K.)

domingo, 4 de março de 2012

CONVERTA-SE E VIVA NO SENHOR JESUS

VERSÍCULO:Naqueles dias surgiu João Batista, pregando no deserto daJudéia. Ele dizia: “Arrependam-se, pois o Reino dos céus estápróximo”.-- Mateus 3:1-2

Estas palavras parecem estranhas num mundo que tem medo de dizer a verdade sobre pecado, maldade e o próprio mal. Porém, cada pesso aperdida precisa se arrepender – para mudar a vida e o coração deles, buscar a Deus, e viver por Jesus nosso Senhor.
Sim, a salvação nos foi dada pela graça incrível de Deus. Por outro lado,a graça que não nos muda não é a graça verdadeira. A graça não só perdoa os nossos pecados, pela morte sacrifical de Jesus na cruz, mas, também nos livra de uma vida vazia e destrutiva sem a orientação de Deus.

ORAÇÃO:Perdoe-me, querido Pai Celestial, pelos meus pecados. Eu quero voltar meu coração para o Senhor e viver minha vida de acordo com a vontade do Senhor e para a glória do Senhor. Em nome de Jesus eu oro. amém!!
(iluminalma)

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

REQUISITOS PARA A VITÓRIA


Introdução:
Brasília é a capital nacional dos concursos públicos, no entanto, para quem deseja ser aprovado em um, é necessário dedicação, renuncia de muitas coisas e muitas horas de estudos para se alcançar a vitória.
Na vida cristã não é diferente, para termos sucesso e vermos o agir de Deus em nosso meio precisamos cumprir algumas exigências:

1. SEGUIR AO SENHOR V.3
Exp. A “seguir” poder ser traduzida como “procurar alcançar ardentemente” um determinado objetivo. A Arca da Aliança simbolizava a presença de Deus no meio do povo, então era preciso seguir a Arca onde quer que ela fosse. No entanto, por se tratar de um Deus Santo, que não suporta o pecado, e o homem ter uma natureza pecaminosa, era preciso segui-lo mantendo uma distancia de aproximadamente 900 metros (v.4).
Aplic. Você quer alcançar vitória em sua vida? Então siga o Senhor onde quer que ele vá, mesmo que o caminho pareça não ter sentido, siga o Senhor e você alcançará a vitória.


2. CONHECER O CAMINHO V.4
Exp. Para chegarmos a um determinado lugar, precisamos saber qual é o caminho que nos conduz até ele. Israel precisava chegar à terra que o Senhor havia prometido, mas ele não sabia por onde ir. Então o Senhor orienta-o a seguir a Arca, ela lhe mostraria o caminho a ser seguido
Apl. Somente o Senhor Deus que criou todas as coisas é quem pode nos orientar no caminho que nos conduz a vitória, pois ele é o próprio caminho (Jo.14:6), conheça-o.


3. SANTIFICAI-VOS. V.5
Exp. A palavra “santificar” pode ser traduzida como consagrar, ser separado, purificar. Santidade é o requisito máximo para se está na presença de Deus. Quando Josué fala ao povo, ele não está condicionando a agir de Deus a santificação do povo, mas está dizendo o Senhor vai fazer maravilhas, então, purifique-se para que você participe delas. Hb.12:14
Apl. Você quer participar das maravilhas de Deus, quer viver as vitórias que o Senhor já conquistou? Então, santifique-se, consagre-se ao Senhor e você participará das vitórias e maravilhas do Senhor vai realizar no meio do seu povo.


CONCLUSÃO
Não sei como está sua vida, quais são os seus objetivos ou que vitórias você deseja alcançar, mas sei que o Senhor Jesus é o único caminho que nos conduz a uma vida de vitória. Então, escolha seguir o Senhor, santifique-se e você verá as maravilhas que Deus realizará.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Escolhas, as minhas e as de Deus

1 Pedro 1:2 - Eleitos segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito, para a obediência e aspersão do sangue de Jesus Cristo: Graça e paz vos sejam multiplicadas.

É inevitável fazer escolhas. Ao longo de um dia, fazemos milhares de escolhas, conscientes ou não. Algumas escolhas refletem nossas preferências; outras, nossos valores. Há decisões morais e outras que são apenas caprichos. Mas, uma coisa é fato: você precisará fazer milhões de escolhas por toda sua vida.

A Bíblia afirma que Deus também faz escolhas. E uma delas decidiu onde você passará a eternidade. Sim, a Bíblia afirma que nós, crentes, fomos escolhidos de acordo com o propósito de Deus. Essa certeza acalenta meu coração nos momentos em que me sinto fraco na fé, pois posso recordar de que, se estou na presença dEle, a escolha primariamente foi dEle, não minha. E se Ele me escolheu, Ele me sustentará com Suas fortes mãos.


Pr.S.F.

quarta-feira, 15 de junho de 2011


O PROPÓSITO DE EXISTIR DA IGREJA E COMO ELA O CUMPRE

Para conseguirmos alguma coisa na vida, precisamos identificar claramente o que somos e onde queremos chegar, para então estabelecermos os nossos alvos. E como igreja, não somos diferentes, precisamos saber qual o propósito da nossa existência para então, traçarmos o nosso modo de viver.
A igreja é uma assembléia de pessoas que reconhecem a Cristo Jesus como o único Senhor e Salvador de sua vida, e tem como propósito de sua existência a expansão do reino de Deus.
Texto Base: Atos 9: 31 diz: “A igreja, na verdade, tinha paz por toda a Judéia, Galiléia e Samaria, edificando-se e caminhando no temor do Senhor e, no conforto do Espírito Santo, crescia em número”.
A Igreja neste contexto era formada de irmãos perseguidos e espalhados por ocasião da morte de Estevão, que iam pela Judéia, Galiléia e Samaria pregando a Palavra, e eram confortados pelo Espírito Santo, e cresciam em número.
Este grupo de regenerados, que é a igreja de Cristo cumpria o seu propósito em expandir o reino de Deus em três aspectos:

1. PELA COMUNHÃO
As leis de Cristo para o viver da Igreja conduz o homem a tomar duas direções que vitalizam o seu viver, a primeira é na relação do homem diretamente com seu criador, por meio de um culto que deve ser realizado em Espírito e em Verdade (Jo 4:23) e um Culto Racional (Rm. 12:1) e este culto individual enche-nos de poder espiritual de tal modo que cumpramos o propósito que Deus tem para o homem na sua relação com os outros homens, sendo esta a segunda direção a ser tomada.
Como igreja, precisamos buscar viver em comunhão com Deus e uns aos outros a medida que nos suportamos (servimos de apoio), que procuramos agradar-nos uns aos outros e desenvolvermos por meio da paciência e consolação das escrituras a nossa esperança em Cristo Jesus (Rm. 15:1-4).
A medida que fazemos isso, o reino de Deus é expandido em nossas vidas e na vida das outras pessoas que compõem o corpo de Cristo que é a Igreja.
Isso nos faz lembrar de uma história sobre o vôo dos gansos: Parece que a ciência já descobriu porque é que os gansos voam juntos. Voam formando um "V", porque cada pássaro ao bater as suas asas produz um movimento no ar que ajuda o ganso que vai atrás. Voando em "V", todo o grupo aumenta pelo menos 70% o seu poder de vôo, comparado a cada pássaro se voasse sozinho. Os que voam atrás vão grasnando para incentivar os da frente, e quando estes cansam, mudam de posição. Quando um se machuca, um outro é escalado para acompanhá-lo até que este sare e volte novamente a formação de vôo.
Como Igreja do Senhor Jesus, precisamos aprender com esses pássaros, cuidar uns dos outros, incentivando-os na realização de suas tarefas e fortalecimento de sua fé assim, todo o corpo é edificado pela comunhão.

2.PELA EVANGELIZAÇÃO
A Igreja cumpre seu propósito em expandir o reino de Deus quando evangeliza, quando compartilha com outras pessoas quem é Deus em sua vida e o que ele é capaz de fazer. No texto lido, nós vimos que a igreja crescia em número, embora se encontrasse num contexto de perseguição ela não se calava, mas anunciava as boas novas de salvação. Eu e você, como igreja do Senhor Jesus precisamos ser fiéis em cumprir a missão que nos foi confiada de anunciar o evangelho de salvação (Mt 28:18-20; At.1:8)
Como fazer isso? Você pode entregar um folheto, enviar um email, escrever um cartão, mas acima de tudo, você pode deixar que as pessoas vejam Cristo em sua fala e em suas ações pelo poder do Espírito Santo que habita em você.

3.AÇÃO SOCIAL
A Igreja cumpre seu propósito em expandir o reino de Deus quando faz ação social, quando cuida dos pobres e necessitados, pois para as boas obras é que fomos criados (Ef.2:10). Como igreja, precisamos ser o lugar de refúgio para os cansados, oprimidos e sobrecarregados. Precisamos ser uma referencia onde o amor de Deus se manifesta em cuidado da alma, mas também do corpo, para que as nossas boas obras glorifiquem ao Pai que está nos céus (Mt.5:16).

CONCLUSÃO
A igreja como um grupo de pessoas regeneradas que vivem sob as leis de Cristo cumpre seu propósito de existir quando expande o reino de Deus em sua vida e na vida das pessoas que a cerca quando exercita os seus dons e a prática da koinonia, da comunhão que é a expressão do amor em ação.
O meu desafio, é que você e eu assumamos o compromisso de cumprir com fidelidade o propósito pela qual fomos criados, a expansão do reino de Deus em nossas vidas e através de nossas vidas.

Que o Senhor Deus nos ajude!

sexta-feira, 22 de abril de 2011

JESUS A VERDADEIRA PÁSCOA



A primeira Páscoa aconteceu no Antigo Testamento (Êxodo 12), quando Deus enviou Moisés a tirar o seu povo do Egito, pois estavam lá como escravos, e Deus queria que eles voltassem a ser livres.

Antes do povo hebreu partir, cada família deveria preparar em casa a última refeição antes da longa viagem que fariam pelo deserto.

Prepararam um cordeiro assado, pães ázimos (sem fermento, para lembrar que saíram com pressa do Egito) e ervas amargas (para lembrar do sofrimento do povo no deserto, rumo à Terra Prometida). Todas as casas deveriam passar o sangue do cordeiro nos umbrais das portas, como sinal da submissão a Deus e também para preservar a vida. Esta Páscoa, para os hebreus, representou um tempo de esperança e libertação.
Essa tradição foi mantida pelo povo de Deus ao longo dos anos e das gerações. O ritual era repetido para lembrar que Deus libertou e caminhou com o povo de Israel. E Deus caminha até hoje conosco, que somos também seu povo.

E Deus deseja nos libertar mais uma vez. Deseja se relacionar conosco e nos amar. Como prova desse amor, Deus mandou seu Filho Jesus para nos salvar e dar vida eterna. Antes da sua morte, Jesus celebrou a última Páscoa com seus discípulos (Lucas 22.7-20), instituindo a Ceia - que é celebrada por cristãos até hoje. Naquele momento, Jesus estava dizendo que se entregaria em nosso lugar, para que vivêssemos com Ele. Cristo morreu em nosso lugar, na cruz, e RESSUSCITOU nos libertando dos nossos pecados.

E hoje o nosso desafio, cristãos, é continuar anunciando a vida plena que Jesus pode dar. Essa é a história do Deus que ama seu povo e deseja andar sempre com ele.
Deus ama você e sua família e deseja transformar sua história, trazendo-lhe vida abundante!
Para nós, cristãos, a PÁSCOA É A FESTA QUE COMEMORA A RESSURREIÇÃO DE JESUS CRISTO.

domingo, 13 de março de 2011

Devem os cristãos obedecer à Lei do Velho Testamento?

A chave para a compreensão desta questão é saber que a lei do Velho Testamento foi dada à nação de Israel, não aos cristãos. Algumas das leis visavam ao conhecimento, por parte dos Israelitas, de como obedecer e agradar a Deus (Os Dez Mandamentos, por exemplo), algumas delas tinham como objetivo mostrar como adorar a Deus (o sistema de sacrifícios), algumas delas simplesmente diferenciar os Israelitas de outras nações (as regras em relação à comida e vestimentas). Nenhuma das leis do Velho Testamento se aplica a nós nos dias de hoje. Quando Jesus morreu na cruz, Ele aboliu a lei do Velho Testamento (Romanos 10:4; Gálatas 3:23-25; Efésios 2:15).

Em substituição à lei do Velho Testamento, nós estamos sob a lei de Cristo (Gálatas 6:2), que é: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos depende toda a lei e os profetas” (Mateus 22:37-40) e o Apóstolo Paulo sob a inspiração do Espírito Santo disse que todo os preceitos da lei, num total de 613 se resumiram em “ Amarás o teu próximo como a ti mesmo”. Se obedecermos esta declaração, estaremos cumprindo tudo o que Cristo quer que façamos, “Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são pesados” (I João 5:3). Tecnicamente, nem os Dez Mandamentos são aplicáveis aos cristãos. Entretanto, nove dos Dez Mandamentos são repetidos no Novo Testamento (todos, exceto o mandamento para que se guarde o Sábado). Obviamente, se nós amamos o próximo, estaremos amando a Deus e com isso não adoraremos outros deuses ou ídolos. Se amarmos aos que nos cercam, não os mataremos, não mentiremos para eles, não cometeremos adultério contra eles ou cobiçaremos o que a eles pertence. Portanto, não estamos sob nenhuma das exigências da lei do Velho Testamento. Nós devemos sim amar o nosso próximo. Se com fé cumprirmos estes preceitos, todo o restante se ajustará e, Deus será glorificado.

PR. DOMINGOS(GO QUESTIONS -adaptado)